Inflamações na gengiva aumentam chances de parto prematuro. A gestação causa algumas alterações no organismo, sintomas como enjôo e vômitos são frequentes em qualquer gestante e apesar de causar certo incômodo são considerados processos naturais durante o período. A alteração de hábitos alimentares pode levar ao agravamento ou aparecimento de doenças bucais como periodontite - infecção nos ossos e nas fibras que sustentam os dentes; e gengivite - inchaços e sangramentos na gengiva, que causam mau-hálito, pus, amolecimento e mudança na posição dos dentes.
Personal Doctor Assistência Odontológica
Rua José Carlos de Oliveira, 299 - Boqueirão - Praia Grande/SP
13 3473-1113
www.personaldoctor.com.br
Rua José Carlos de Oliveira, 299 - Boqueirão - Praia Grande/SP
13 3473-1113
www.personaldoctor.com.br
terça-feira, 28 de junho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Os malefícios do cigarro
De acordo com Mario Groisman, mestre em ciências dentais pela Universidade de Lund - Suécia, e membro da Academia Brasileira de Odontologia, Academia Americana de Periodontia, Academia Americana de Osseointegração e Academia Americana de Implantologia Oral, o cigarro não afeta apenas as células da mucosa da boca, como também diminui sua capacidade de defesa, deixando-a mais sujeita à ação de agentes agressores, o que pode acarretar doenças periodontais e até mesmo o câncer bucal.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Disfunções da ATM podem ser prevenidas ainda na infância
Em qualquer momento da vida uma pessoa pode sofrer de alterações ou disfunções na ATM – Articulação Temporo Mandibular. Normalmente as disfunções são percebidas após um estalo, que pode vir acompanhado de desconforto e dores na cabeça, face, pescoço, olhos e dentes indicando que algo pode não estar funcionando adequadamente, conforme alerta o cirurgião buco maxilo facial Pedro Luiz Pitarello, do Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa de Santo André.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Técnica de escovação pode ampliar prevenção de cáries
Na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, pesquisa demonstra a efetividade da técnica vestíbulo-lingual na escovação dos dentes para prevenir a cárie dentária em um programa escolar supervisionado com creme dental fluorado. O estudo envolveu 284 crianças de 5 anos de idade, com pelo menos um molar permanente, em seis unidades públicas de ensino infantil da cidade de São Vicente (Região Metropolitana da Baixada Santista, São Paulo). Conduzida pelo professor Paulo Frazão, a pesquisa teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e foi publicada na revista BMC Oral Health.
Técnica é aplicada nos molares permanentes em erupção de crianças
O estudo comparou um programa convencional, de características semelhantes aos programas que são realizados na maioria das unidades pesquisadas, com um programa modificado. O programa convencional é composto por atividade de educação em saúde bucal (em geral uma palestra) e atividade de evidenciação de placa bacteriana seguida de escovação com creme dental fluorado supervisionada por um auxiliar de saúde bucal realizada quatro vezes por ano. Nos demais dias letivos, escovação diária, supervisionada indiretamente pelos professores, é realizada no pátio coberto da escola.
No programa modificado, além destas atividades, o auxiliar de saúde bucal foi capacitado para aplicar nos molares permanentes em erupção a técnica de escovação vestíbulo-lingual usando a escova do participante, cinco vezes por ano. O auxiliar, posicionado ao lado ou atrás da cabeça do participante, verifica se os molares permanentes (localizados atrás dos últimos dentes de leite) já irromperam. Em caso positivo, alinha a escova com a superfície do molar, que é mais baixa que os outros dentes, e realiza a escovação. No programa modificado registrou-se 21,6 lesões por mil crianças a menos do que no convencional.
Entre os meninos, cujo risco de cárie foi maior comparado as meninas, a incidência foi 50% menor no grupo que recebeu essa técnica de escovação. Concluiu-se que o programa de escovação dental supervisionada modificado foi efetivo nos meninos, sugerindo substancial diminuição nas necessidades de tratamento odontológico nos escolares mais vulneráveis à cárie, portanto pode prevenir mais lesões de cárie do que a forma como é feito atualmente. O artigo da BMC Oral Health pode ser consultado aqui.
Prevenção
Os programas de escovação supervisionada são uma política pública largamente aplicada no Brasil, financiada com recursos do Sistema Único de Saúde (SUS). A técnica vestíbulo-lingual não é utilizada normalmente. Não existem protocolos nos quais a técnica esteja incluída a fim de tornar mais efetiva a prevenção da cárie em crianças que estão atravessando essa fase de irrompimento dos primeiros molares permanentes. As lesões iniciais de cárie ocorrem durante os primeiros 36 meses após o irrompimento desse grupo dentário.
Essa fase é de especial importância porque é maior o acúmulo de resíduos aderidos ao dente provenientes da alimentação (placa bacteriana). Isso favorece o ataque de cárie na superfície mastigatória dos primeiros molares permanentes. A maioria das lesões de cárie na população em idade escolar (de 6 a 12 anos) concentra-se nessas superfícies cujas cicatrículas e fissuras são menos beneficiadas pelo tratamento com fluoretos do que as superfícies lisas.
Estudos de base clínica têm mostrado a eficácia da remoção da placa bacteriana nas superfícies de molares permanentes em erupção por meio desta técnica. A novidade foi o resultado em nível populacional, isto é, foi verificar que a efetividade na prevenção da cárie dentária de um programa escolar de escovação supervisionada pode ser aumentada se a técnica for incluída.
Informações do Ministério da Saúde indicam que cerca de seis milhões de crianças vêm sendo beneficiadas pela escovação dental supervisionada. O programa é, em geral, executado por pessoal auxiliar. Tal pessoal está em operação nos serviços públicos odontológicos, mas não se tem conhecimento de protocolos que orientem sua ação para uma atuação mais efetiva nas crianças na fase em que nascem os primeiros dentes permanentes. Admitindo que pelo menos seis milhões de crianças participam de programas desse tipo no país, um efeito bastante significativo pode ser esperado se a técnica for dirigida para as crianças de 5 a 8 anos de idade.
Fonte: SINOG / Agência USP
terça-feira, 21 de junho de 2011
Profissionais alertam para o perigo de "juntar as escovas de dentes"
Juntar as escovas de dentes pode trazer mais problemas do que as pessoas imaginam. Não para o relacionamento do casal ou familiar, mas para a saúde das pessoas que insistem em armazená-las, juntas, em copos ou recipientes abertos sobre a pia ou no armário do banheiro.
A expressão, utilizada para classificar as pessoas que dividem a mesma residência, vem sendo utilizada pelos profissionais da Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic para alertar a população para os riscos à saúde da falta de cuidado com as escovas de dentes.
Os especialistas explicam que as cerdas expostas, sem a higienização correta ou próximas umas das outras, servem como ambiente fértil para a proliferação de vírus, bactérias e fungos causadores de cáries, gengivites e periodontite ou, ainda, agravar o quadro de outras doenças, como cardiopatias, pneumonias e o estado de saúde de pacientes que estão hospitalizados em UTI.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Sensibilidade atinge grande parte da população
A hipersensibilidade dentinária, comumente conhecida como sensibilidade dos dentes, é um problema comum e atinge grande parte da população.
A principal causa dos dentes sensíveis é a perda da proteção do esmalte e a exposição de parte da coroa ou da raiz do dente, que pode decorrer de aumento da acidez bucal, problemas gengivais, escovação incorreta, mordida irregular, bruxismo (hábito de ranger os dentes) e uso de aparelhos ortodônticos e próteses mal-ajustadas. O refluxo gastresofágico e a bulimia também podem desencadear este quadro.
O dente é constituído pela dentina, que é orgânica, e externamente é protegida pelo esmalte, estrutura mineral e sem vitalidade. A dentina é uma estrutura tubular onde ficam os canalículos, que estão dispostos radialmente em relação à polpa do dente, mais conhecida como nervo.
“Quando estes canalículos são expostos ao meio bucal, sem a proteção da camada externa (o esmalte), estímulos como calor ou frio, diferenças de concentração no meio bucal e alguns alimentos e bebidas caminham diretamente em direção à polpa e podem provocar uma sensação de desconforto, que dependendo da intensidade do estímulo pode chegar até a dor intensa. Essa sensação desagradável é o que chamamos de hipersensibilidade dos dentes”, explica a conselheira do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP), Maria Lucia Zarvos Varellis.
Ainda segundo a conselheira do CROSP, a má alimentação também pode contribuir para agravar o quadro, já que a ingestão de refrigerantes, isotônicos e outras bebidas ácidas pode causar a erosão do esmalte ou da dentina e expor os túbulos dentinários, levando à hipersensibilidade.
Em relação ao tratamento, o uso de cremes dentais específicos, aplicações de dessensibilizantes fluorados, restaurações, laserterapia e outras medidas podem ser eficazes.
Além disso, cuidar corretamente da escovação e ter uma dieta balanceada ajuda a diminuir e até mesmo prevenir a sensibilidade. “Contudo, para a indicação do melhor tipo de tratamento o ideal é visitar um cirurgião-dentista”, orienta Varellis.
A principal causa dos dentes sensíveis é a perda da proteção do esmalte e a exposição de parte da coroa ou da raiz do dente, que pode decorrer de aumento da acidez bucal, problemas gengivais, escovação incorreta, mordida irregular, bruxismo (hábito de ranger os dentes) e uso de aparelhos ortodônticos e próteses mal-ajustadas. O refluxo gastresofágico e a bulimia também podem desencadear este quadro.
O dente é constituído pela dentina, que é orgânica, e externamente é protegida pelo esmalte, estrutura mineral e sem vitalidade. A dentina é uma estrutura tubular onde ficam os canalículos, que estão dispostos radialmente em relação à polpa do dente, mais conhecida como nervo.
“Quando estes canalículos são expostos ao meio bucal, sem a proteção da camada externa (o esmalte), estímulos como calor ou frio, diferenças de concentração no meio bucal e alguns alimentos e bebidas caminham diretamente em direção à polpa e podem provocar uma sensação de desconforto, que dependendo da intensidade do estímulo pode chegar até a dor intensa. Essa sensação desagradável é o que chamamos de hipersensibilidade dos dentes”, explica a conselheira do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP), Maria Lucia Zarvos Varellis.
Ainda segundo a conselheira do CROSP, a má alimentação também pode contribuir para agravar o quadro, já que a ingestão de refrigerantes, isotônicos e outras bebidas ácidas pode causar a erosão do esmalte ou da dentina e expor os túbulos dentinários, levando à hipersensibilidade.
Em relação ao tratamento, o uso de cremes dentais específicos, aplicações de dessensibilizantes fluorados, restaurações, laserterapia e outras medidas podem ser eficazes.
Além disso, cuidar corretamente da escovação e ter uma dieta balanceada ajuda a diminuir e até mesmo prevenir a sensibilidade. “Contudo, para a indicação do melhor tipo de tratamento o ideal é visitar um cirurgião-dentista”, orienta Varellis.
Fonte: SINOG / CROSP / SIS SAÚDE
terça-feira, 14 de junho de 2011
Os perigos do beijo
Beijar na boca é uma delícia, mas, como há muito tempo o beijo deixou de ser apenas uma intimidade entre um casal e se tornou prática realizada entre vários parceiros diferentes numa mesma balada, principalmente entre os adolescentes, é bom estar ciente dos perigos que a carícia pode trazer a saúde.
Quando duas pessoas se beijam elas não trocam somente sensações de prazer, mas uma média de 250 tipos diferentes de bactérias, que podem ser transmitidas através da saliva e/ou nos levar a contrair doenças como a faringite, gripe, laringite, amigdalite, tuberculose, herpes labial, hepatites A e B, HPV, meningite, mononucleose, sífilis, dentre outras.
Mesmo entre os casais que já partilham uma intimidade, tomar determinados cuidados é muito importante. Pessoas que estão com dentes mal conservados, mal hálito, lábios com feridas e sangramento nas gengivas devem evitar o beijo até realizar os tratamentos necessários.
Beijo não transmite AIDS, mas se um dos parceiros estiver com um ferimento na boca, o HIV, que não é transmitido pela saliva, pode penetrar na corrente sanguínea. Portanto, antes de sair beijando por aí, pense que tudo na vida, até o beijo, deve passar por um controle de qualidade.
Quando duas pessoas se beijam elas não trocam somente sensações de prazer, mas uma média de 250 tipos diferentes de bactérias, que podem ser transmitidas através da saliva e/ou nos levar a contrair doenças como a faringite, gripe, laringite, amigdalite, tuberculose, herpes labial, hepatites A e B, HPV, meningite, mononucleose, sífilis, dentre outras.
Mesmo entre os casais que já partilham uma intimidade, tomar determinados cuidados é muito importante. Pessoas que estão com dentes mal conservados, mal hálito, lábios com feridas e sangramento nas gengivas devem evitar o beijo até realizar os tratamentos necessários.
Beijo não transmite AIDS, mas se um dos parceiros estiver com um ferimento na boca, o HIV, que não é transmitido pela saliva, pode penetrar na corrente sanguínea. Portanto, antes de sair beijando por aí, pense que tudo na vida, até o beijo, deve passar por um controle de qualidade.
Fonte: Diário do Grande Abc / Agência Estado / Sinog
Assinar:
Postagens (Atom)






